Comece sua semana motivado!
Não venci todas as vezes que lutei, mas perdi todas as vezes que deixei de lutar.
Está com alguma dúvida? Precisa de orientação? O Dr. Luiz Ainbinder te ajuda.
Este espaço foi criado pra você que está passando por uma fase difícil, está com algum problema, quer desabafar e
precisa da ajuda e das sábias palavras do Dr. Luiz Ainbinder. Para participar, entre em contato através do nosso
Fale Conosco aqui da nossa página ou ligue para o estúdio durante o programa, domingo, das 9 às 10 da manhã.
A visão psicológica de uma música
O Vento - Marcelo Camelo
Ouvinte, a música que analisaremos hoje é O VENTO, de Marcelo Camelo e que nos foi pedida pelo nosso ouvinte Antonio, de Jacarepaguá. E se você ouvinte, também quiser uma música analisada, à luz da psicologia basta pedi-la pelo através do site da TUPI, PROGRAMA LUIZ AINBINDER.
Ouvinte, li várias vezes a letra desta música, com toda boa vontade. Entretanto, não consegui entender o significado dela se é que tem algum. Não diz coisa com coisa, um amontoado de palavras que não formam sentido algum. No meu entendimento é uma droga de letra. Seja como for, atendi o pedido do ouvinte. VAMOS à MÚSICA.
Dicas para a terceira idade
Atualizado em 11/04/2010 às 10:49h
29.08.2010
Atualizado em 31/08/2010 às 01:28h
Quando peço para você me ouvir e você começa a me dar conselhos, não está fazendo o que eu pedi.
Quando peço para você me ouvir e você começa a me dizer por que eu não deveria me sentir assim, está ferindo meus sentimentos.
Quando peço para você me ouvir e você acha que precisa fazer alguma coisa para resolver o meu problema, você não me ajudou, por mais estranho que pareça.
Não fale nem faça - apenas ouça.
Conselhos são baratos. Com pouco dinheiro, você compra uma revista, um jornal ou um livro cheios de conselhos. E isso eu posso fazer por conta própria. Não sou incapaz.
Talvez me desanime e hesite com frequência, mas não sou incapaz.
Quando você aceita como um fato natural que eu sinta o que sinto, por mais irracional que seja, aí eu não preciso me preocupar em convencer você e posso entender o que está por trás desse sentimento irracional.
E, quando isso estiver claro, as respostas serão óbvias e não precisarei de conselhos.
Sentimentos irracionais fazem sentido quando entendemos o que está por trás deles.
Talvez seja por isso que rezar funciona às vezes para algumas pessoas - porque Deus é mudo e não dá conselhos, nem tenta consertar as coisas. Deus apenas ouve e deixa você descobrir as coisas por conta própria.
Então, por favor, apenas ouça, apenas ouça.
E se quiser falar, espere um pouco a sua vez - e eu ouvirei você.
Nosso dia-a-dia com a ajuda da psicologia
29.08.2010
Atualizado em 31/08/2010 às 01:29h
É muito frequente a associação da ansiedade e depressão ao aumento de abuso de álcool, drogas e comidas – ou outros comportamentos compulsivos, como sexo, por exemplo. Funcionam como auto-medicação ansiolítica. Se estiver preocupado com a possibilidade de perder o emprego, você come demais e bebe em excesso para se acalmar. Caso se preocupe quanto a ser ignorado em uma festa, toma vários drinques e fuma maconha para “diminuir a pressão”. Alienar-se com drogas, álcool ou comida significa que você não consegue lidar com preocupações ou sentimentos.
O grande apelo da alienação e da fuga é o alívio instantâneo da ansiedade. E, na hora, tudo fica bem. Os custos podem ser adiados – pelo menos por umas poucas horas. Você não vai passar mal tão cedo, sua ressaca é amanhã e você pode aproveitar o baseado e não pensar sobre a vida no mundo real porque você está entorpecido. As consequências não acontecerão agora. Você pode adiar os custos para mais tarde, exatamente como os juros de seu cartão de crédito.
Você pode fugir dos sentimentos – alienar-se, drogar-se ou se encher de comida. Você talvez gaste mais tempo e energia falando dos problemas do que os enfrentando.
Todo navegador sabe que pular no mar é uma cura certeira para o enjoo. Mas se você escolhe anestesiar-se através de drogas, comida ou qualquer coisa compulsiva, ficará com três problemas ao invés de um. Ficará com o problema original e de brinde ganhará a ansiedade mais o problema de desenvolver um comportamento autodestrutivo.
Atualizado em 23/03/2010 às 12:50h
Se eu tivesse meu filho para criar de novo,
Eu pintaria mais com meus dedos e apontaria muito menos com eles.
Eu passaria menos tempo corrigindo e mais tempo conversando.
Eu tiraria meus olhos do meu relógio e prestaria mais atenção em quão rápido o tempo está se passando.
Eu me importaria em saber menos, e saberia me importar mais.
Eu passaria mais tempo brincando com eles.
Eu ficaria menos sério e me divertiria mais.
Eu correria mais com eles e olharia mais as estrelas.
Eu seria menos firme, mas, firmaria mais meu amor por eles.
Eu reformaria a auto estima, e deixaria a reforma da casa para depois.
Eu amaria menos a força, e viveria mais a força do amor.
Dr. Luiz Ainbinder e o fato da semana
29.08.2010
Esta semana a Polícia Civil de Minas prestou um enorme serviço a todas as cidades brasileiras, abrindo um precedente jurídico, dando ideia a todos os delegados de polícia. Como? Prenderam seis pichadores de Belo Horizonte por formação de quadrilha.
O enquadramento por formação de quadrilha é incomum para pichadores. A prática costuma ser punida de acordo com a Lei de Crimes ambientais e tem pena de seis meses a um ano de prisão. Como não é um crime grave, é comum a pena ser substituída por prestação de serviços comunitários.
Já a formação de quadrilha está no Código Penal e pode dar até 3 anos de prisão.
Reclamaram por serem levados à prisão com presos por crimes mais graves. Talvez achassem mais adequado um hotel de 5 estrelas com paredes limpas.
Os presos que tem entre 20 e 30 anos, disseram também achar “absurdo” serem detidos “só por jogar tinta na parede”. Eu pergunto a este bando de idiotas: não é absurdo gastar dinheiro só para emporcalhar as paredes? Não é absurdo vocês sujarem as paredes dos outros?
Só para lembrar a esses vândalos: no velho oeste o ladrão de cavalos não era enforcado por causa do cavalo que roubara. Ele era enforcado para que cavalos não fossem mais roubados.
22.08.2010
Imaginem alguém com sede. O copo com água está na mesa. Ele pensa: Eu só vou poder saciar minha sede se este copo fizer sua parte. Neste caso o copo fica intransigentemente na mesa e a pessoa não mata sua sede. Ainda precisa fazer o esforço para estender a mão, pegar o copo, trazê-lo até a boca e beber.
Da mesma forma se eu quero matar a sede da minha melhoria o esforço começa comigo, e não com as condições externas, o que quer que sejam. Situações não tem a qualidade de bondade ou de sentirem pena ao ponto de fazer o esforço por mim.
Em essência: se eu melhoro o que posso, isto abre um leque de possibilidades. Se nem o mínimo faço, como posso esperar que outros o façam por mim.
Uma visão positiva da vida
29.08.2010
Um velhinho subia uma montanha muito íngreme e, no meio do caminho, cruzou com um forte rapaz que lhe perguntou:
- Aonde vai, meu bom velhinho?
- Vou para o topo da montanha - respondeu o ancião.
- Não faça isso. O Senhor é muito velho e não conseguirá. Como pode imaginar que vai chegar ao topo? – ponderou o rapaz.
- Vou chegar porque o meu coração já está lá em cima – finalizou o velhinho.
O primeiro passo para não chegarmos é dizer para nós mesmo que não conseguiremos.
Nunca imaginei chegar ao topo da montanha se não acreditar que é perfeitamente possível escalá-la.
Meu querido ouvinte: As chances de sucesso, em qualquer empreitada, dependem da crença que você tem em você mesmo.
A melhor maneira de construir autoconfiança é começar a fazer coisas de que não temos certeza se seremos capazes de realizar: cozinhar, tentar vender algo a um estranho, pintar um quadro.
As coisas tenderão a ficar mais fáceis a partir daí.
Muitas pessoas, por não acreditarem em suas potencialidades, perderam anos preocupadas com o que não poderiam fazer e acabaram deixando de realizar o que verdadeiramente sabiam.
Se quiser obter resultados sólidos e constantes, a motivação que o levará até essa meta terá que vir de dentro de você.
Estabelecer uma meta, um objetivo, e acreditar na possibilidade de alcança-lo revigora a motivação, reabastece a energia e libera preocupações amedrontadas, dando verdadeiro sentido à vida.
A participação do Dr. Luiz Ainbinder no Programa Francisco Barbosa